Em GAIA.
No CLUBE RECREATIVO AVINTENSE.
Abertura às 21.30.
sábado, 11 de setembro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Temporada a norte
Adiada a exposição em Lisboa, por causa de uma longa estada na Bélgica, o mais provável é expor primeiro no norte, aonde vou passar uma temporada.
On verra...
On verra...
terça-feira, 6 de julho de 2010
Adiada a exposição na Livraria Barata
Uma ida à Bélgica foi prioritária.
A exposição fica para mais tarde.
Há outras em perspectiva!
A exposição fica para mais tarde.
Há outras em perspectiva!
quarta-feira, 17 de março de 2010
GATO EM ACRÍLICO
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
PARA O CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO
Introdução
A pintura de Docas, na diversidade, demonstra nas suas vertentes, tanto a abstracta como a realista, a extrapolação de uma sensibilidade e a aptidão, por certo há muito latentes, que surgem agora com acentuado vigor.
Nesta exposição, a atmosfera que transpõe em cada quadro é, à primeira vista, de solidão, silêncio, inabitabilidade dos ambientes, realçados pela claridade e pela sombra. Mas neles logo adivinhamos a proximidade de quem está ou vai chegar, de quem lhes deu a harmonia e a cor das coisas que falam do seu gosto e da sua maneira de viver. As pessoas estão lá, não estando.
As telas parecem querer reproduzir em acrílico ambientes e vivências com a precisão da arte fotográfica. Retratar um lugar. Captar um momento...
Convém , alías, mencionar aqui a longa e frequente convivência da pintora com a fotografia, a sua experiência na elaboração de colecções e de publicações neste domínio, e até mesmo, o prazer com que se dedicava, criativamente, à organização de colectâneas e albuns privados. Paixão antiga que, seguramente, terá influenciado muitos dos seus trabalhos.
ANA DE NORONHA
Janeiro 2010
A pintura de Docas, na diversidade, demonstra nas suas vertentes, tanto a abstracta como a realista, a extrapolação de uma sensibilidade e a aptidão, por certo há muito latentes, que surgem agora com acentuado vigor.
Nesta exposição, a atmosfera que transpõe em cada quadro é, à primeira vista, de solidão, silêncio, inabitabilidade dos ambientes, realçados pela claridade e pela sombra. Mas neles logo adivinhamos a proximidade de quem está ou vai chegar, de quem lhes deu a harmonia e a cor das coisas que falam do seu gosto e da sua maneira de viver. As pessoas estão lá, não estando.
As telas parecem querer reproduzir em acrílico ambientes e vivências com a precisão da arte fotográfica. Retratar um lugar. Captar um momento...
Convém , alías, mencionar aqui a longa e frequente convivência da pintora com a fotografia, a sua experiência na elaboração de colecções e de publicações neste domínio, e até mesmo, o prazer com que se dedicava, criativamente, à organização de colectâneas e albuns privados. Paixão antiga que, seguramente, terá influenciado muitos dos seus trabalhos.
ANA DE NORONHA
Janeiro 2010
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