quinta-feira, 11 de abril de 2013

Biografia





BIOGRAFIA



Maria Eduarda Aguiar da Fonseca (Docas) nasceu em Paços de Ferreira e reside em Lisboa, depois de ter vivido, por razões profissionais, em Londres, Luanda, Paris e Genebra.

Começou a pintar a óleo e a acrílico como passatempo, para si própria. Frequentou um curso de pintura na ARCO, em Lisboa, tendo por orientador António Senna. Durante anos, foi fazendo ensaios em vários domínios das artes plásticas, da fotografia e participou na organização de exposições e na edição de livros de fotografia e de medalhística.

Gosta de transpor para as suas telas ambientes captados pela objectiva, recriando e reinventando pormenores, cores, luminosidades, e incorporando dados visuais de proveniência diversa, que convivem em novos encadeamentos e sequências.

Em 2006, em Espinho, cidade à qual tem fortes ligações desde os tempos de infância, integrou, pela primeira vez, uma mostra colectiva de pintura.



Exposições individuais



2010 - Geometria da Luz -Oeiras (Biblioteca)

2010 - Lugares de ausência Avintes (Clube Recreativo)

2010 - Em movimento - Avintes ( Clube Recreativo)

2011 -Passagens de Luz - Espinho - FACE

2011 - Luz e Sombra - Porto (Inatel)

2011 - Geometria da Cor - Oeiras Centro Empresarial Lagoas Park





Exposições Colectivas



2007 – Espinho, Auditório da Junta de Freguesia

2010 - Sock Art - Oeiras

2011 -I Bienal Mulheres d'Artes - Espinho

2011 – “Feminino Plural” - Forum da Maia

2011 –“ De Mãos Dadas com a Arte” - Porto - (Inatel)

2011 - Sock Art - Estoril

2012 – “O Despertar das Artes” – Espinho, Galerias Amadeo Souza Cardoso


domingo, 7 de abril de 2013




BIOGRAFIA



Maria Eduarda Aguiar da Fonseca (Docas) nasceu em Paços de Ferreira e reside em Lisboa, depois de ter vivido, por razões profissionais, em Londres, Luanda, Paris e Genebra.

Começou a pintar a óleo e a acrílico como passatempo, para si própria. Frequentou um curso de pintura na ARCO, em Lisboa, tendo por orientador António Senna. Durante anos, foi fazendo ensaios em vários domínios das artes plásticas, da fotografia e participou na organização de exposições e na edição de livros de fotografia e de medalhística.

Gosta de transpor para as suas telas ambientes captados pela objectiva, recriando e reinventando pormenores, cores, luminosidades, e incorporando dados visuais de proveniência diversa, que convivem em novos encadeamentos e sequências.

Em 2006, em Espinho, cidade à qual tem fortes ligações desde os tempos de infância, integrou, pela primeira vez, uma mostra colectiva de pintura.



Exposições individuais



2010 - Geometria da Luz -Oeiras (Biblioteca)

2010 - Lugares de ausência Avintes (Clube Recreativo)

2010 - Em movimento - Avintes ( Clube Recreativo)

2011 -Passagens de Luz - Espinho - FACE

2011 - Luz e Sombra - Porto (Inatel)

2011 - Geometria da Cor - Oeiras Centro Empresarial Lagoas Park





Exposições Colectivas



2007 – Espinho, Auditório da Junta de Freguesia

2010 - Sock Art - Oeiras

2011 -I Bienal Mulheres d'Artes - Espinho

2011 – “Feminino Plural” - Forum da Maia

2011 –“ De Mãos Dadas com a Arte” - Porto - (Inatel)

2011 - Sock Art - Estoril

2012 – “O Despertar das Artes” – Espinho, Galerias Amadeo Souza Cardoso

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Aridez - em síntese, para o catálogo

Aridez


Estes meus trabalhos são a procura de um ponto de passagem - transição de fotos captadas pela objectiva, para a tela, onde ganham uma segunda vida. Transição de simples paisagens para uma expressão de sentimentos ou estados de alma.

domingo, 21 de outubro de 2012

CV Docas

Maria Eduarda Aguiar da Fonseca nasceu em Paços de Ferreira e vive actualmente em Lisboa, depois de ter residido em terras do interior do país, de norte a sul, e trabalhado em Luanda, Londres, Paris e Genebra.
Docas é o "petit nom" que adoptou na infância.
Começou a pintar a óleo, e, mais tarde, a acrílico como passatempo, por puro prazer, para si própria. Frequentou um curso de pintura na ARCO, em Lisboa, tendo por orientador António Senna. Durante décadas, foi fazendo ensaios em vários domínios das artes pictóricas e da fotografia. Enveredou pelos caminhos do "naif", do abstracto, do realismo.
Gosta de transpor para as suas telas ambientes captados pela objectiva, recriando e reinventando pormenores, cores, sombras e luzes, ou incorporando dados visuais de proveniência diversa, que convivem em novas composições – e a esta forma de experimentação pertencem as obras que apresenta na colectiva “Mulheres D’Artes”.
A ausência é um tema recorrente na sua pintura - ausência das pessoas nos recantos da sua intimidade, como sinal da necessidade ou penosa obrigação de estar em outros lugares. Os espaços despidos embora da sua presença falam sobretudo delas, dos seus gostos estéticos e modos de viver. E também da expectativa de um regresso que preencha o vazio...
A mesma denúncia de desumanização, enquanto sinal de um tempo, se expressa em outras telas onde a centralidade é dada à presença física, ao corpo - do homem ou da mulher por igual - em imagens com a marca da inquietação, da desproporção, do excesso a que levam modismos ou regras de jogo.
O "sobredimensionamento" ou distorsão dos seres contrasta com a harmonia das coisas, dos objectos como que para para exprimir um desejo de mudança, de reencontro.
A expectativa do momento que se vai seguir.


Exposições individuais


2010 - Geometria da Luz -Oeiras (Biblioteca)

2010 - Lugares de Ausência  - Avintes (Clube Recreativo)

2010 - Em movimento - Avintes ( Clube Recreativo)

2011 -Passagens de Luz - Espinho - Forum de arte e Cultura de Espinho
2011 - Luz e Sombra - Porto (Inatel)

2011 - Geometria da Cor - Oeiras, Centro Empresarial Lagoas Park


Exposições Colectivas

2007 – Espinho, Auditório da Junta de Freguesia

2010 - Sock Art - Oeiras

2011 -I Bienal Mulheres d'Artes - Espinho

2011 – “Feminino Plural” - Forum da Maia

2011 –“ De Mãos Dadas com a Arte” - Porto - (Inatel)

2011 - Sock Art - Estoril

2012 – “O Despertar das Artes” – Espinho, Galerias Amadeo Souza Cardoso

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

No INATEL PORTO, com Luísa Prior e Maria Santos

ARIDEZ

Ainda e sempre as cores das formas, por entre luzes e sombras, à procura do seu lugar na passagem do meu mundo real ao imaginado. Transição de paisagens para sentimentos...


Um óleo de MARIA SANTOS, 2012, a partir de uma foto dos anos 50 - os tios Mariazinha e João