domingo, 12 de julho de 2009

O dilúvio em minha casa


Estou de chegada e de partida para Lisboa. Passei aqui em Espinho esta noite, e já vou de volta, com a Xana, ao princípio da tarde.
Sexta à noite , estava quase a dormir e recebi telefonemas de vários vizinhos, sucessivamente, todos a dizer que saía água de minha casa para a rua , e que iam chamar os bombeiros! Muito alarmados! Fiquei em pânico, é evidente, pensando, sobretudo, no que teria acontecido à minha colecção de quadros, que imaginei, todos, arruinados, pois estavam pousados no chão...
Telefonei, log,o ao Fernando, que saíu de casa dele, disparado, e chegou à minha antes dos bombeiros. Assim evitou que me arrombassem a porta.
Uma sorte, no meio da desgraça.
O autoclismo tinha-se solto da parede, rebentado um cano, na quedo, e provocado o dilúvio.
Os vizinhos recusaram-se a entrar e a ajudar o Fernando, a pretexto de que não queriam molhar os sapatos... O soalho devia estar coberto por um espelho de água...
Conta o Fernando que recolheu a água em 15 baldes! E diz que os meus quadros estão intactos, sem estragos, mas eu tenho de ver, com os meus próprios olhos. Pode ele estar a querer dar-me conta das fatalidades, gradualmente...
Vou agora, para lá, avaliar os estragos, comunicar à companhia de seguros, etc.





De férias, em Portugal

Estão de regresso de África, irmão e sobrinho. Duas semanas de férias!
Andam visitando as "capelinhas" da Família. Ontem foi Espinho.
Grande reunião em casa da Tia Mariazinha: a minha mãe, Xana, Zé, João, Laura, Manela, Xaninha, Nónó, Téte, Carlinhos, Maria Luís, Káká, um patinador amigo da Maria, João Miguel, Teresa e Madalena -mais a Vega e os gatos.